História
Tudo pode começar com um conto: acompanhar personagens, imaginar cenários e descobrir o que acontece depois.
Histórias, brincadeiras e descobertas para explorar o mundo juntos
Histórias para viajar. Culturas para descobrir. Perguntas para levar adiante.
Um livro pode levar a gente a outros lugares e épocas — e ainda permitir que a viagem termine na própria cama. Essa imagem, apresentada por uma professora na infância de BM Terakado, acompanhou o autor e ajudou a dar forma a Contos do Mundo.
Depois de publicar Aurora da Infância, ele retomou um projeto que reunia histórias de diferentes partes do planeta. A ideia ganhou outro caminho: explorar um continente por vez, dando espaço à diversidade de histórias e contextos que um único volume não conseguiria reunir.
A coleção convida crianças e adultos a fazer essa viagem juntos. Uma história pode despertar uma pergunta, uma conversa ou a vontade de conhecer mais sobre um lugar.
A leitura pode continuar de muitas maneiras. Cada grupo encontra seu ritmo e escolhe o que deseja explorar.
Tudo pode começar com um conto: acompanhar personagens, imaginar cenários e descobrir o que acontece depois.
Conhecer referências culturais e lugares ajuda a situar a leitura e abre espaço para pesquisar além do livro.
O que chamou sua atenção? Que escolha você faria? Crianças e adultos podem compartilhar perguntas e diferentes interpretações.
Desenhar, dramatizar, pesquisar ou criar a partir da leitura são convites para continuar a viagem.
Uma viagem já publicada e outra em construção.
Publicado
Coleção Contos do Mundo
Uma viagem por 25 contos e lendas adaptados de diferentes regiões da Ásia, acompanhados por contextos culturais e atividades que convidam crianças e adultos a continuar explorando depois da leitura.
Coleção Contos do Mundo
Em desenvolvimento
A próxima viagem está sendo construída. Pesquisa, adaptação e revisão fazem parte desse caminho.
Histórias, estrutura e conteúdos podem mudar antes da versão final.
Ao preparar uma narrativa para crianças, o autor faz escolhas de linguagem, ritmo e de como apresentar certas passagens. Essas escolhas pertencem à adaptação literária e precisam respeitar os significados culturais da história que a inspira.
Uma tradição documentada pode ter diferentes variantes. Adaptar uma dessas versões é diferente de criar uma cena, um personagem ou um novo desfecho. Quando a escrita acrescenta algo, esse elemento não se torna parte da tradição apenas por aparecer no livro.
O cuidado está em pesquisar, reconhecer essas diferenças e tornar clara a relação entre a referência cultural e a criação do autor.
Países e regiões ajudam a organizar a viagem pelos livros. Mas essa organização editorial não significa que uma história tenha surgido exclusivamente dentro das fronteiras de um país.
Narrativas podem circular entre povos, línguas e territórios, ganhar versões diferentes e continuar fazendo parte de tradições vivas. Conhecer uma variante não encerra a descoberta: pode ser o começo de novas perguntas.
Nas adaptações de Contos do Mundo, coragem, bondade, inteligência, respeito e cooperação podem aparecer nas escolhas dos personagens. Pedir ajuda, persistir ou cuidar de alguém também pode ser uma maneira de demonstrar força.
Esse olhar não exige que todas as histórias tragam a mesma lição. Cada narrativa tem seus conflitos e significados, e uma adaptação precisa respeitar o que encontra na tradição, sem acrescentar uma moral apenas para seguir um padrão.
Depois da leitura, vale conversar: em que momento um personagem demonstrou força? Vocês perceberam isso da mesma maneira?
Conheça o volume publicado ou descubra mais sobre o autor e seus livros.