BM Terakado

Histórias, brincadeiras e descobertas para explorar o mundo juntos

Contos do Mundo

Histórias para viajar. Culturas para descobrir. Perguntas para levar adiante.

Uma viagem que começa na leitura

Um livro pode levar a gente a outros lugares e épocas — e ainda permitir que a viagem termine na própria cama. Essa imagem, apresentada por uma professora na infância de BM Terakado, acompanhou o autor e ajudou a dar forma a Contos do Mundo.

Depois de publicar Aurora da Infância, ele retomou um projeto que reunia histórias de diferentes partes do planeta. A ideia ganhou outro caminho: explorar um continente por vez, dando espaço à diversidade de histórias e contextos que um único volume não conseguiria reunir.

A coleção convida crianças e adultos a fazer essa viagem juntos. Uma história pode despertar uma pergunta, uma conversa ou a vontade de conhecer mais sobre um lugar.

Como funciona a experiência

A leitura pode continuar de muitas maneiras. Cada grupo encontra seu ritmo e escolhe o que deseja explorar.

História

Tudo pode começar com um conto: acompanhar personagens, imaginar cenários e descobrir o que acontece depois.

Contexto

Conhecer referências culturais e lugares ajuda a situar a leitura e abre espaço para pesquisar além do livro.

Conversa

O que chamou sua atenção? Que escolha você faria? Crianças e adultos podem compartilhar perguntas e diferentes interpretações.

Exploração

Desenhar, dramatizar, pesquisar ou criar a partir da leitura são convites para continuar a viagem.

Os volumes da coleção

Uma viagem já publicada e outra em construção.

Era uma vez na América do Sul

Coleção Contos do Mundo

Em desenvolvimento

A próxima viagem está sendo construída. Pesquisa, adaptação e revisão fazem parte desse caminho.

Histórias, estrutura e conteúdos podem mudar antes da versão final.

Adaptar uma história exige escolhas

Ao preparar uma narrativa para crianças, o autor faz escolhas de linguagem, ritmo e de como apresentar certas passagens. Essas escolhas pertencem à adaptação literária e precisam respeitar os significados culturais da história que a inspira.

Uma tradição documentada pode ter diferentes variantes. Adaptar uma dessas versões é diferente de criar uma cena, um personagem ou um novo desfecho. Quando a escrita acrescenta algo, esse elemento não se torna parte da tradição apenas por aparecer no livro.

O cuidado está em pesquisar, reconhecer essas diferenças e tornar clara a relação entre a referência cultural e a criação do autor.

Histórias não cabem perfeitamente nos mapas

Países e regiões ajudam a organizar a viagem pelos livros. Mas essa organização editorial não significa que uma história tenha surgido exclusivamente dentro das fronteiras de um país.

Narrativas podem circular entre povos, línguas e territórios, ganhar versões diferentes e continuar fazendo parte de tradições vivas. Conhecer uma variante não encerra a descoberta: pode ser o começo de novas perguntas.

Mais de uma maneira de ser forte

Nas adaptações de Contos do Mundo, coragem, bondade, inteligência, respeito e cooperação podem aparecer nas escolhas dos personagens. Pedir ajuda, persistir ou cuidar de alguém também pode ser uma maneira de demonstrar força.

Esse olhar não exige que todas as histórias tragam a mesma lição. Cada narrativa tem seus conflitos e significados, e uma adaptação precisa respeitar o que encontra na tradição, sem acrescentar uma moral apenas para seguir um padrão.

Depois da leitura, vale conversar: em que momento um personagem demonstrou força? Vocês perceberam isso da mesma maneira?

Por onde começa a sua viagem?

Conheça o volume publicado ou descubra mais sobre o autor e seus livros.